terça-feira, 25 de agosto de 2009

Amanhã?



Como a vida é louca. Como é engraçada. E temos que vivê-la intensamente. Temos outra? Não sabemos. Sabemos quem somos? Pra quê tantas perguntas se temos toda uma vida para viver, sonhar, rir, brincar, cantar, pular, dançar, passear, fugir.


"Vamos fugir

pra outro lugar

baby!"


Temos que enfrentar medos, dúvidas e fraquezas. O que será o amanhã? É desconhecido. Mas todos nós temos algo conhecido: desejo, objetivo, projeto, felicidade. Essa vida é tão maravilhosa que nos mostra o desconhecido para resolvê-lo com o nosso conhecimento, com a nossa experiência e com a nossa coragem. Como uma mágica!


Somos seres pensantes. Nosso pensamento nos levam a qualquer lugar e agir como borboletas. Livres. Porém repletos de limites e obrigações.


Mas como escolher o melhor caminho a seguir? Podemos prever o que acontecerá? Às vezes é mais fácil decidir. Nem sempre conseguimos enxergar o melhor. Mas é assim. Errando e acertando, voando e sonhando, pés no chão ou não que aprendemos a viver a VIDA.


Essa vida é uma dicotomia constante. Viva! Viva! Viva!


"Viver, e não ter a vergonha de ser feliz..."



quinta-feira, 7 de maio de 2009

Da minha vida cuido eu


Vida

Vida

Vida...

O que é a vida?

O que é a minha vida?

Não sei. Alguém sabe? Será que só eu não sei? Será que estou perdida nessa vida?

Há muito me sinto como a música do pagodeiro Zeca Pagodinho: "(...) deixa a vida me levar, vida leva eu (...)". Não sei explicar o motivo, mas tem sido assim há anos.

A sinceridade pede que eu fale: infelicidade. Infelicidade é o sentimento que tenho dentro de mim há muito tempo. Apesar de ter uma grande alegria, meu filho, no meio do peito.

É, não sei pra onde correr, o que pensar, pra quem falar.

Não sei. No momento me sinto perdida. Como se estivesse em um labirinto diário.

Toda brincadeira acaba. Um dia esse labirinto acabará.

Queria me sentir livre para pensar, para agir, para tomar decisão. Não me deixam.

O que fazer? Não sei. Alguém sabe? Todos têm uma opinião, e isso faz com que eu nem precise pensar na minha vida.

Queria poder cantar: vida, deixa eu te levar, levo sim!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Pra sempre


No primeiro dia pensei, quero uma menina. Pensei melhor........então decidi. Quero é esse! Foi o que aconteceu. Um menino lindo, maluquinho, com orelha enfaixada que fazia xixi sempre que ficava muito feliz. Pequeno e abusado. Rosnava como um pit bull. Quando neném corria por cima do sofá fazendo uma festa! Adorava ficar pendurado mordendo seus brinquedos. Carinhoso. Muito, muito mesmo. Dormia sempre no meu pé a noite toda. Quando eu acordava, aproveitava para descansar mais um pouquinho no meu travesseiro. Todos o conheciam. Papai era louco por ele. Mamãe até esticava a perna para dar carinho em seu peito. Ele se abria todo! Quando Dudu nasceu virou seu segurança.
O tempo passa pra todo mundo. Até para os nossos amigos mais leais. Até mesmo para o nosso cãozinho tão indefeso. E aconteceu... Hoje, Hot Nelson está brincando, levando alegria a outros amiguinhos. Está sendo muito difícil ver seu cantinho vazinho e não te achar deitadinho quietinho. Sempre te amarei. Nos encontraremos. Pra sempre você será meu Tchinelsinhozinho!!!

sábado, 8 de novembro de 2008

Amizade


O motivo ainda não sei

Porque você, também não

Mas peço às estrelas

Que ao nascer do sol

Você ainda esteja aqui

Você é luz,

Vida,

Alegria

Felicita a todos com seu sorriso único

Há muito, sua terra deu à luz

Hoje, esta dá frutos maravilhosos

Na primeira vez não pude estar ao seu lado

Fiz promessa

Hoje estou aqui

Ao seu lado, de mãos dadas, de corações unidos

Aqui nesse mundo ou em qualquer outro

Sempre seremos almas amigas.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Projeto V


Heloisa, minha amiga, desde antes de chegar ao Brasil, já vinha falando: engordei!!! Desesperada. Sei muito bem o que é isso! Ficou um tempão aqui no Rio e nenhuma mudança aconteceu. Nem com ela, e muito menos comigo... Não emagrecemos, não engordamos, não conseguimos fazer exatamente o que planejamos. Mas pelo menos sua visita ao Brasil foi produtiva, mas produtiva ainda foi sua ida a aula de natação do Dudu! Mas deixa isso pra lá!

Então, véspera de viajar novamente, veio ela e com 1 hora de atraso a nossa companheira de esculachar com os homens, Aline. Lulu, mais conhecida assim, comentou que ela e uma outra amiga, criaram o Projeto V. Ainda acredito que deveria ser Projeto UUUUUUUUUUU, mas tudo bem. Nós três também decidimos realizá-lo, mas até agora nenhum e-mail do Projeto V chegou em minha caixa de entrada. Por que será? Será que ninguém ainda se movimentou para executá-lo? Tenho pensado seriamente sobre o assunto, e decidi enviar hoje para vocês, minhas escudeiras, a primeira foto do nosso projeto.

Para as demais pessoas acompanharem melhor o texto, o Projeto V, nada mais é do que o V que fica na frente da nossa barriga quando uma calça jeans não fecha. O motivo é tão respeitável, que acredito, defendi, mas perdi, e o nome permaneceu o mesmo e não o U. Pois a situação está tão braba que o U já ultrapassou o V em muitos quilômetros, ou melhor, em quilos. Que permaneça assim. É evidente que não colocarei a primeira foto aqui, será enviada somente para elas, mas prometo que quando o Projeto V, U, W terminar, coloco uma fotinha aqui também! Pois o combinado foi tirar uma foto usando a tal calça e mostrar o V, e é claro que não vou pagar barriguinha aqui, né?!

Afinal de contas, depois que se tem filho, você vira um “tribalista” e não é mais de ninguém. Nem comento tudo o que as enfermeiras fazem com a gente dentro do hospital, mas ao sair... Amamentando... Amigos, vizinhos, irmão, pai, pessoas da rua, praia, shopping e tudo mais vêem você alimentando seu filho, no ato mais simples e doce da vida. Mas muitos levam na maldade. Voltando para o texto... Imagina se um peito é motivo para tanto falatório, alguém acha que eu colocaria a foto tão esperada aqui, fala sério!!! Passa na praça!

Meninas! Está decretado o início do Projeto V! Quem quiser entrar, envie um e-mail super sexy com sua calça jeans tamanho 36, 38, 40 (sei lá qual), pois não sabemos a razão por ela não está fechando, nem entrando, e quem sabe nem passando da coxa... Mas tem o detalhe que falei anteriormente (rsrsrsrs, calma aí, hahahaha), tem que pagar barriguinha na foto, mas só nós venusianas veremos.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Quando no silêncio da noite...


Só. É assim que me sinto. Triste? Não sei. Mas é assim. Às vezes me sinto confusa, insegura, amedrontada. Mas por alguma outra razão me pego com toda a certeza do mundo, aliviada, relaxada, com olhar fixo e seguro. Sentimentos distintos em uma mesma pessoa, em um mesmo coração, pelo mesmo pretexto. Diversas pessoas de uma hora para a outra se tornaram meus terapeutas, meus ouvidos, meus calmantes.

É difícil falar, escrever, colocar para fora o que se sente, pois é desconhecido. Como definir e ter ações adequadas se o desconhecido é que deveria determinar os atos. Esses atos podem motivar conseqüências para toda a vida. Vida essa que deveria ser regida por toda felicidade possível que uma pessoa possa ter. É confuso e sombrio ter que tomar decisões que irão influenciar sua vida e de muitas outras pessoas.

Por isso, é melhor ficar só. Por vezes ficamos só mesmo com uma pessoa ao nosso lado. Não precisamos ficar isolados para termos esse sentimento. Nosso coração pede consolo, mas só nós sabemos e podemos tentar confortá-lo. Dói. Muito. Mas só nós conhecemos ou achamos que conhecemos a melhor forma de melhorar a situação.

Em certas ocasiões, um sacode do pai, um e-mail da mãe e um sorriso do filho, nos alegram. Mas só quando tudo, tudo tiver resolvido e calmo, poderemos nos sentir em paz, conseguindo sorrir e sentir novamente o calor e o amor de uma pessoa ao nosso lado.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Alívio...


Existe alguma coisa melhor que fazer xixi quando se está apertada mais de 4 horas? Nãooooooo... Tenho muito pra dizer sobre esse evento. Sou especialista em prender o xixi. Desde pequena quando íamos para a casa da Tia Cibele que naquela época ainda não existia a Linha Amarela, que então ficava muito, muito longe, eu segurava o xixi, ou melhor, minha necessidade fisiológica líquida. Caraca! Era uma loucura! Tinha que passar por uma rua que meus pais falavam que era a Estrada do Pula-pula. Que alegria! Então parem para pensar. Uma bexiga quase estourando, pessoas felizes no carro e meu pai procurando as melhores, portanto maiores deformidades da tal Estrada do Pula-pula. Chegar à casa da Tia Cibele além de uma aventura era uma verdadeira felicidade.

Uma vez na escola, ainda muito novinha, eu fiquei tão apertada que saiu. Saiu o quê? Foi o meu suco de laranja que vazou! Pelo menos foi essa a minha desculpa até eu levantar e perceber que eu estava toda molhada, ou melhor, mijada!

Sempre que pego a chave de casa e do carro é sinônimo de: Mariana vá ao banheiro, você está apertadíssima e não dará tempo para chegar ao seu destino. Foi e é muito comum chegar e sair da faculdade e do trabalho com a bexiga tão cheia, com um mini pinga-gotas e o pior, pernas cruzadas para fechar o ladrão, e não conseguir mais andar e a vontade só aumentar e ter que ir pulando até a porta do banheiro. Que maravilha! E sempre tem uma pessoa pra perguntar: Mariana, está tudo bem?

A última foi a melhor!!! Não pensem que sou porca, mas foi preciso. Indo para o Chuí, distância de 200Km de Rio Grande, para fazer uma comprinhas, é claro que a vontade apareceu assim que pegamos a estrada. A sorte foi que o Dudu estava dormindo para não ver a cena. Fiquei tão, tão necessitada que não tive escolha. Como não tem nada na estrada indo para o Chuí além de mato, jacaré e bichinhos dentuços, fui obrigada a pegar um saquinho jogado no carro e fazer ali mesmo. Que alívio!

Minha mãe sempre falava: minha filha isso faz mal!

Só para finalizar, a maior conseqüência disso tudo, ficar presa no banheiro. Nem se fala! Várias vezes. Em uma das tantas oportunidades que tive em ficar trancada em banheiro, fui ameaçada pela faxineira da escola em chamar a Diretora para me fazer descer do vaso sanitário. Mas como alguém iria ver uma garotinha presa num banheiro com porta tão grande? E na piscina, na areia da praia, no mar nem se fala! Sem comentários...

Esse texto foi em homenagem as besteira que minha cunhada Marcela fala tanto! Odeio...